14.8.08

Estudo I – O Sono da Fuga (Jonas 1:4-6)

Por Prof Gilvan Silva Santos



  • Deus comissionou Jonas para uma missão especial (Jn 1:1-2):
  •  Falar para Nínive, capital da Assíria, a Mensagem de Deus sobre o Juízo Divino que estava para se abater sobre ela em conseqüência de seus muitos pecados (v.2); 
  • Jonas resolve fugir para Társis (v.3) (sul da Espanha, próximo a Gibraltar, 3200 Km a oeste da Palestina):
  •  É o lugar mais remoto em relação à Terra Santa em direção oposta a Nínive;
  •  Társis é um símbolo da fuga de Deus e de si mesmo;
  • Seja qual for a distância ninguém consegue fugir da Presença do Senhor (Sl 139:7-12)
  • Jonas tinha consciência da ameaça que os ninivitas representavam (nazistas daquela época) pirâmides de crânios humanos, meninos e meninas queimados vivos, homens esfolados, mulheres cativas;
  • Jonas foi um profeta do Reino do Norte (Depois da Teocracia, o povo de Deus se divide em Reino do Sul [Judá] e Reino do Norte [Israel]) e sabia que sua nação odiava os assírios, inimigo mortal de Israel;   
  • A missão precisa ser forjada pela reflexão de nossas mentes, há de ser medida pelos nossos corações, e finalmente, ser executado por nós;
  • A tempestade fazia parte do plano de Deus para resgatar Jonas em sua fuga;
  • Fugir de Deus é sempre ir pra baixo: Desce à Jope e toma um navio;   Desce uma pouco mais, vai para o porão do navio e dorme e sono da fuga.
  • Jonas, em sua desobediência, nada ouve;
  • Ele fechou os “ouvidos espirituais” ao clamor da alma humana;
  • Todos do navio tinham algum tipo de crença, tinham religiosidade (v.5), porém, sem conhecimento do Verdadeiro Deus 
  • Jonas apenas dorme. Que insensibilidade – fruto do afastamento de Deus e da missão;
  • Ele cometeu o que eu e você cometemos freqüentemente:naufrágio na fé (I Tm 1:19);
  • O mestre do navio (um ímpio) questiona a atitude de Jonas;
  • Às vezes construímos muros de indiferença, quase impenetráveis, mas Deus nunca desiste de nós. Ele não desistiu do profeta “fujão”;
  • Deus usará tempestades, ímpios, monstros marinhos, vento oriental, seja lá o que for para nos sacudir, para nos acordar (do sono espiritual – Rm 13:11), para nos ensinar, nos convencer que obedecer é a melhor opção (I Sm 15:22);
  • Deus fará tudo por você, moverá céus e terra com o Seu Poder;
  •  Jonas é o símbolo de alguém que quer permanecer deitado, adormecido em si mesmo e no seu comodismo. Seu modo de vida lhe é útil e não precisa de mudanças. Ele prefere ficar com seus preconceitos, fugindo de si mesmo e de seu chamado; 
  • Ir a Nínive significa: Ir ao encontro de si mesmo. Ir ao seu interior: revendo conceitos e valores. Ir ao encontro de seus inimigos. Voltar ao primeiro amorCumprir sua missão, primeiro para consigo mesmo, depois para com o outro;
  •  O profeta não queria cumprir sua missão por que:  Tinha uma visão errada sobre o amor de Deus para com todos os povos;Não queria que o Senhor tivesse misericórdia de nenhuma nação, exceto Israel; Reflita sobre alguma situação em que você tenha “fugido” de Deus para não lhe obedecer!

Ø  Escola Bíblica Dinâmica (EBD) – II Semestre 2008

Ø  Tema do Semestre: Mergulho no Ser - Estudos no livro de Jonas
Ø  Igreja Batista Teosópolis. Gilvan Silva Santos, servo do Deus Altíssimo em espírito, alma e corpo (gilvansilva00@hotmail.com; 73 8848-3714; 9995-4551; 9191-0910)



Leia também: 



Estudo II – A Tempestade Provocada (Jonas 1:7-12)

  • Tempestades são fenômenos naturais (causadas por temporal com um estado climático de curta ou longa duração marcado porventos fortes como nos tornados e ciclones tropicais, trovoadas, e precipitação forte)
  •  No Mar Mediterrâneo, as tempestades ocorriam com muita freqüência;
  •  A fuga de Jonas põe em perigo o navio e toda a tripulação que estava nele
  • Jonas não tinha como escapar de Deus. Até mesmo na Teoria dos Jogos, no Jogo de azar (pedrinhas ou pedaços de madeira marcados colocados num vasilhame), Deus controla a escolha, de modo que a sorte recaiu sobre Jonas que foi identificado como o culpado.
  •  Azarado é quem está em desobediência a Deus.
  • Essa tempestade foi intencional e fazia parte do Plano de Deus para resgatar o “profeta fujão” de sua atitude de desobediência; 
  • Quantas tempestades por atitudes de desobediência poderiam ser evitadas em nossas vidas;
  • Quando contrariáramos a vontade de Deus ocorre medo, problemas, depressão, desespero, inconsciência, fuga e sofrimento;
  • A tempestade revela quem somos, assim como revelou quem era Jonas (v.8 – povo e ocupação); 
  • Nesses momentos, quase sempre, não há coerência entre o que fazemos e o que dizemos (v.9);
  • Se Jonas realmente temesse a Deus não teria tentado fugir dEle, era um conhecimento teórico. Ele se contradiz: afirmando crer no poder de Deus e ao mesmo tempo fugindo dEle:
*      Como confessar servir a um Deus tão poderoso e o desafiá-Lo com sua desobediência? 
  • As razões que Jonas podia eventualmente alegar para sua desobediência eram razões até explicáveis, porém não justificáveis;
  • Mesmo conhecendo o poder de Deus Jonas se esconde no porão de um navio (lugar de solidão, lugar de escuridão, lugar de morte e de angustia, último lugar para estar, lugar de ratos);
  •  V. 10: ... “Que é isso que fizeste”?... Será essa a pergunta que as pessoas nos fazem. Será que ninguém acredita em nosso testemunho? Qual o nosso circulo de influência? Como está o meu testemunho?
  • Precisamos de tempo para cuidar de nós. Jonas teve tempo para aliviar sua alma, mas preferia dormir profundamente:
  •  Jonas era um homem frustrado. Viveu uma época muito ruim, sob um rei que fazia o que era mal diante do Senhor (2 Re 14.24). Era um tempo de extrema pobreza, o­nde não havia diferença entre escravo e livre, ou seja, a pobreza estava socializada.
  • Jonas se julgava melhor que os ninivitas. Era orgulhoso e preconceituoso:
*      A falta de perdão e o orgulho estavam destruindo a vida e o ministério de Jonas, mas Deus queria trabalhar na vida dele e vê-lo cumprindo sua missão.
  • Jonas perdera a vontade de viver. Estava estressado; oprimido; angustiado; deprimido. A desobediência à vontade de Deus nos faz perder a vontade e a razão de viver.
  • Precisamos cuidar dos problemas que afligem nossa emoção (I Tim 4.16).
  • Muitas são as razões e justificativas que podemos ter para irmos ficar no “porão”, mas o certo é que Deus não nos quer no porão. Deus nos quer no convés, lutando para sobreviver no mar da vida.
  • No v. 12 vemos que Jonas se predispõe a morrer. Ele diz: "tomai-me e lançai-me ao mar..." - a morte é a sua primeira opção. Sem perspectiva, ele desiste de tentar, de lutar, de crer.
  • Ele não tinha nenhum motivo para achar que Deus o resgataria quando os marujos finalmente o lançaram no mar. Todavia, Jonas estava disposto a pagar com a própria vida para que os marinheiros não morressem. Não vemos nisso as qualidades de coragem, humildade e amor, tipificando o Senhor Jesus?

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Ø  Tema do Semestre: Mergulho no Ser - Estudos no livro de Jonas
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Estudo III – A Calmaria da Decisão Necessária (Jonas 1:13-16)


  • O próprio Jonas pede para ser lançado ao mar, pois ele sabia ser a causa da tempestade: 
*      Lance fora tudo que é prejudicial e que cause tempestades à sua vida
  •  Os marinheiros estavam apavorados em meio à tempestade;
*      De todas as formas possíveis, os marinheiros tentam salvar o navio e suas próprias vidas (inclusive a de Jonas) (v.13)
*      Quanto mais eles remavam, mais os mar se “enfurecia”. Não se pode lutar contra Deus. Não se pode fazer o navio retornar à terra sem a presença de Deus
*      O mar não se acalmará enquanto não jogarmos fora o nosso “Jonas”
  • Jonas havia declarado estar fugindo do Deus Criador;
  • Jonas reconhece sua culpa em função de sua fuga e sabe que tem que deixar o navio para que outros não “afundem” junto com ele
  • A tempestade só aumenta, e os marinheiros deixam de lado suas crenças, seus falsos deuses e clamam pelo Deus Verdadeiro (v.14):
*      Qual tem sido o seu comportamento quando se está no meio da crise;
*      Você sabe em quem você tem crido (II Tim 1.12)? Mostre aos seus problemas o tamanho de sua fé e do seu Deus;
  • Os marinheiros clamam a Deus e reconhecem Sua soberania e Poder para salvar suas vidas e não querem ser culpados pela morte de Jonas
  • Quando Jonas mergulha dentro de si mesmo, o mar se acalma e as pessoas ao seu redor desfrutam paz
  • Jonas é lançado ao Mar e ocorre uma calmaria inusitada:
*      Nenhuma tempestade é eterna, quando nos dispomos a lançar fora nossa incredulidade, nossos preconceitos, nossos erros, aquilo que julgamos ser importante. O mar cessará quando obedecemos a Deus!...
  • Porque o próprio Jonas não se lançou ao Mar?
*      Ele não tinha força ou não tinha coragem para ser lançar ao mar sozinho;
*      Também pode ser evidente que sempre precisamos uns dos outros
  • A ação de Deus foi evidente e os marinheiros tiveram suas vidas marcadas para sempre (v.16);
  • O poder de Deus nos causa temor e a necessidade de adorar a Deus por aquilo que Ele é:
*      Quais tipos de votos podem ser feitos quando somos salvos da tempestade (v.16). (Sal 104:33); Garantiremos servir ao Senhor enquanto vivermos?
  • A decisão de nos lançarmos dentro de nós mesmos levá-nos a consciência do nosso eu, de nossos orgulhos e de quem realmente somos:
*      Conhecemos muito pouco de nós mesmos. Temos muito atitudes e intenções ocultas.
  • Deus sabe de nossos erros e nos convida e mergulhar dentro de nós mesmos (a volta é interior):
*      Deus não tratou Jonas na superfície (Ele mergulhou nas profundezas do mar – no ventre do grande peixe);
*      O Senhor nos convida a aprofundarmos no Mar de nossas vidas, no nosso próprio ser. Não podemos resistir a esse convite de mergulhar no mais “íntimo momento de nós”. Nesse contexto, o “mar” representa o nosso “eu”;
*      A realidade de nosso mundo interior pode mudar radicalmente nosso mundo exterior – quando aprendermos a ouvir a “voz do coração”
  • O perfil de Jonas é o de alguém que perdeu o sentido da vida:
*      Jonas perdeu o sentido da vida quando achou que a solução dos seus problemas vinha de fora e não de dentro de seu coração;
*      É um homem em processo de auto-destruição
  • A intenção de nosso coração facilmente é revelada?
*      Onde está o seu coração? (Mt. 6.21)
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Estudo IV – O Sinal de Deus (Jonas 1:17)

  • É interessante notar que Jonas, ao receber a ordem divina, não disse nem sim nem não. Ele simplesmente fugiu para outro lugar. Deus esperava uma resposta dele, e ele fica em silêncio, e ao fugir, ele se omit 
  •   Na obra de Deus, no que diz respeito à Sua Santa Vontade, é melhor errar por ação do que por omissão;
  • Durante todo o livro de Jonas percebemos a atuação de Deus. Na verdade, o próprio Deus é a personagem principal desse livro;
  • Ele acalma a tempestade, antes que toda tripulação do navio fosse destruída (1:5);
  • Providencia um grande Peixe para preservar a vida de Jonas no seu interior e ordena a esse peixe que vomite Jonas no dia, na hora e no lugar determinados por Ele;
*      Só Deus marca o tempo, o dia, a hora e o lugar
  • A solução para o problema de Jonas não estava em mudar as circunstâncias externas, mas em mudar o seu coração.
  • O problema não era a tempestade, o excesso de peso do navio, a força dos ventos ou a tempestade em si com suas ondas agitadas - o problema era o seu coração.
*      As circunstâncias eram apenas um reflexo da atitude do seu coração em não obedecer à vontade de Deus;
  • A designação grande peixe ou monstro marinho é a melhor explicação, tendo em vista que no Mediterrâneo não existem baleias e que as baleias também têm a garganta muita estreita;
  • Esse fato não é um mito ou uma impossibilidade. Demonstra apenas uma das inúmeras ações de Deus sobre a Natureza;
  • Deus fará o impossível por nós, para ter Sua Vontade realizada:
  • Sua vontade sempre é: a) Boa; b) Agradável; c) Perfeita (Rm 12:2);
  • A grandiosa experiência de Jonas é uma tipificação do Senhor Jesus Cristo (Mt 12.38-41):
  • O profeta Jonas, como missionário, é um exemplo de Cristo – que veio salvar todas as nações;
  • Jesus denuncia a dureza de coração por parte daqueles que “acham” conhecer muito de Deus, desprezando os ninivitas (aqueles que não conhecem a Deus); 
  • Esses “doutores da lei” na reconhecem a missão de Jesus nem demonstram arrependimento e conversão (Lc 11.29-3)
  • Ainda hoje vivemos em uma geração que busca sinais e maravilhas:
  • Por que a necessidade de sinais? Precisamos deles?
  • Sem dúvida, o maior sinal que devemos buscar é a transformação gradativa do nosso ser
*      Cada um de nós sabe quais são seus próprios medos;
*      O sinal seguro e certo se dá quando, mesmo com nossos muitos medos, obedecemos a ordem de ir ao encontro de nós mesmos e do outro – no mergulho no mais intimo momento de nós – na liberação do cárcere da emoção.
  • É no ventre do grande peixe que Jonas articula sua melhor teologia:
  • Na escuridão ele se entrega completamente a Deus como nunca tinha feitos na claridade das suas opções e escolhas;
  • Jonas como cada um de nós viveu situações contraditórias:
  • Ouviu e ensurdeceu-se; acolheu e rejeitou; encarou e fugiu; orou e dormiu, obedeceu e reclamou, pregou e se calou;
*      Deus tratou com ele, do fundo do oceano, libertou sua alma cativa, liberando tudo em sua vida
Ø  Qual tem sido a sua motivação em buscar a Deus?

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Estudo V – Viagem da Oração – Mergulho no Ser (Jonas 2:1-10)


  • No lugar mais escuro, a visão mais clara; no lugar mais apertado, a visão mais ampla; no lugar mais solitário, a visão mais solidaria;
  • É interessante notar que Jonas, ao receber a ordem divina, não disse nem sim nem não. Ele simplesmente fugiu para outro lugar. Deus esperava uma resposta dele, e ele fica em silêncio, e ao fugir, ele se omite;
  • Talvez Jonas quisesse se suicidar quando mergulhou no mar. Ele tinha perdido a esperança, oportunidade e talvez a salvação;
  • Longe da vontade de Deus, não temos esperança, não vale a pena existir e Jonas sabia disso (v.6) 
  • A morte é a sua primeira opção. Sem perspectiva, ele desiste de tentar, de lutar, de crer.
  • Jonas perdeu o sentido da vida quando ele, sabendo da verdade, preferiu persistir no erro (1:12). Jonas preferiu morrer a mudar de atitude. Em outras palavras, ele estava dizendo: "podem me jogar na água, mas eu não mudo, não volto atrás". Persistiu no seu erro até as últimas conseqüências
  • Aquela angustia fez com que Jonas enxergasse o que antes lhe era muito difícil de perceber:
  • Ele mesmo, sua necessidade de Deus, seu egoísmo, intolerância, indiferença, problemas, depressão, desesperos, preconceitos e seus muitos medos;
  • Jonas fez a viagem mais importante de sua vida – a viagem de oração. Foi uma oração feita em grande aflição, e num lugar esquisito; (não há como não clamar ao Senhor - seja onde for em que tempo for)
  • O conhecimento de nós mesmo precisa ser mediado pela presença do Espírito Santo (Tt 3,5);
  • Quando nossa alma desfalece, lembramos (v.7): Do que já ouvimos a respeito de Deus; Do seu santo templo; Da disposição de Deus em ouvir nossas orações
  • Jonas reconhecia que cultuava a si mesmo, ao seu orgulho (v.8),havia abandonado a fidelidade de Deus;
  • Deus exige fidelidade; É misericordioso e capaz de perdoar fraquezas, fugas, enganos, omissão, desde que haja sinceridade em buscar o Seu socorro (Is 57.15).
  • O autoconhecimento e o conhecimento de Deus são faces de uma mesma moeda:
  • Depois da experiência do fundo do poço (ventre do grande peixe), Jonas escolhe romper para a sua verdadeira vocação: ser instrumento de Deus;

*      Jonas percebe que ser servo de Deus é tornar-se uma ponte e fazer a travessia de si mesmo para ir ao encontro do outro;
*      A verdadeira liberdade produz coragem e lucidez; produz vida e energia na superação de obstáculos que nos impede de ir em busca do “elo perdido” – da volta ao primeiro amor;
  • Precisamos entrar no deserto, mergulhar dentro de nós mesmos, para podermos receber a graça de Deus;
  • No deserto, no ventre do grande peixe, afastamos tudo aquilo que não é de Deus:
  • Precisamos penetrar no silencio – na viagem da oração – para percebermos que o olho só é olho se for transparente - e Deus se dá assim: transparente e invisível.
  • Na transposição de obstáculos – ao fazermos a viagem de oração – Deus nos faz ver a vida com outros olhos;
  • Depois dessa viagem de oração vemos novo Jonas, arrependido e disposto a cumprir o mandado missionário:
*      Tudo pode ser mudado pela oração – (Ed 8.23) – Ela é a moeda que o Senhor utiliza aqui na Terra;
  • Finalmente Jonas sai do ventre do peixe agora ainda mais fedorento, seu estado é lastimável, Jonas precisa de um banho, precisa passar pelas águas, e ter um renovo. 
  • Água simboliza vida, simboliza Espírito Santo, (como precisamos dEle!).
Busque um encontro com o Espírito Santo de Deus, você será outro. (A plenitude do Espírito é para todos nós – At. 2:17).
Ø  Escola Bíblica Dinâmica (EBD) – II Semestre 2008
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Estudo VI – Deus Sempre Concede uma Segunda Oportunidade (Jonas 3:1-2)


  • Vivemos numa geração cada vez mais superficial e instantânea. Há pouco espaço ou ambiente para buscas mais extensas, pouco profundidade na oração, na adoração, na pregação;
  •  É a chance de Jonas: após ter “desembarcado” em algum “porto desconhecido” Deus concede a Jonas uma segunda chance para:
  • Cumprir a missão que fora confiada: ir a Nínive e falar do amor de Deus;
*      Deus sempre nos dá a oportunidade de recomeçar;
  • Sempre esse recomeço se dá quando somos mais conhecedores de nós mesmos (nossa natureza, fraquezas e limitações  - sensíveis  aos sofrimentos e fraquezas dos outros)
  •  A mudança precisa ocorrer em nós mesmos – a volta é interior;
  • Jonas estava preso, em seu próprio cativeiro, sem liberdade:
  • Seu orgulho o controlava, impedindo-o de romper as barreiras e avançar:
*      Estava vivendo num deserto espiritual, seco, sem vida
*      Jonas estava cativo às suas próprias idéias do que significava ser justo, ser santo e servir ao Senhor;
*      Estava tão ocupado com seu próprio crescimento, sua própria libertação e sua própria benção que não tinha tempo para os outros – desprezava totalmente os ninivitas;
  • Deus não mudou o chamado: a missão é a mesma, o povo é o mesmo, a cidade é a mesma;
  • Deus não se enquadra em nossos objetivos, somos nós quem precisamos nos enquadrar nos dEle;
  • A experiência nos faz recomeçar de novo, desta vez, na perspectiva de Deus
  • Deus manda Jonas levantar-se (v.2). Sempre é assim:
  • Num momento, no tempo certo, há uma inundação incontrolável da presença de Deus que arrasta tudo que há na nossa frente – e nós, só temos vontade de obedecer!....
  • A segunda chance deve ser suficiente para nós:
  • Deus nós concederá as oportunidades necessárias para nos voltarmos a Ele;
*      De quantas oportunidades precisaremos? Quantas mais teremos?
*      Nem tudo está perdido: um novo tempo vai nascer
*      Uma nova reedição de nossas vidas vai começar;
  •  É muito complexo tentar entender o amor de Deus pelo ser humano
  • Deus mostrou a Jonas o quanto ele era pequeno e não entendia o significado do amor incondicional de Deus;
  • Deus fez Jonas se esvaziar de si mesmo mostrando que:
  • Não posso chorar pelos outros se tudo que ocupa minha mente é a preocupação com minha própria benção, minha própria prosperidade, meu próprio ministério;
  • Temos que ser descentralizado:
  • Na segunda chance:
*      Temos a liberdade para entrar na presença de Deus, no oceano do Espírito, no clamor do coração pelos desejos de Deus;
*      Podemos enfrentar e expulsar o monstro do egoísmo, até que sejamos verdadeiramente quebrantados e dispostos a cumprir o “chamado” que temos.
  • Não teremos uma mensagem que alcance o coração das pessoas enquanto o nosso coração não for completamente de Cristo.

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Estudo VII – O Reencontro com a Missão (Jonas 3:3-4)

  • É possível redescobrir a missão:
  • Na misericórdia do Senhor aprendemos e crescemos;
  • A vida só tem sentido quando somos habilidosos em compreender as "sinalizações" de Deus que servem para nos aperfeiçoar; caso contrário, a vida se torna um tremendo naufrágio.
  • Jonas é um homem que perdeu o sentido da vida. Um homem sem eixo, sem centro, sem perspectiva - literalmente jogado de um lado para o outro pelas ondas da vida. Todavia, na segunda oportunidade:
  • Jonas resolve obedecer (v.3)
  • A atitude de Jonas deve ser a nossa também:

*      Levantar-se e partir ao encontro da missão que Deus nos confiou;
  • Jonas estava impactado por seu mergulho no fundo do mar, no fundo de si mesmo e, resolve obedecer ao chamado divido
  • Por todas as Escrituras, a figura de águas ou chuvas é usada para representar uma visitação de Deus que invade um povo ou nação
  • Finalmente, Jonas vai a Nínive falar da Palavra de Deus;
  • Essa cidade era muito importante por causa do povo que nele habitava (seu perímetro era aproximadamente 96 km e ela tinha cerca de 600.000 habitantes (3 vezes população de Itabuna);
  • Qual foi a pregação que Deus entregou a Jonas? “Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida” (v.4). O conteúdo da mensagem de Jonas só comporta justiça (v.4); Jonas não fala em nenhum momento sobre o perdão de Deus – ele, de fato, odiava os ninivitas;
  • Não era uma mensagem de misericórdia, mas uma sentença de condenação. Era o anúncio do juízo de Deus sobre a cidade. A destruição viria quarenta dias depois da pregação. Todavia, o povo tinha tempo para analisar o conteúdo e, se quiserem, se arrependerem. 
  •  Deus estava rompendo barreiras eclesiásticas e alcançando pessoas que para Jonas não eram “santificadas”
  • Deus contempla às pessoas. No caso de Nínive, pessoas sanguinárias que mereciam uma oportunidade de arrependimento antes de destruição iminente;
  • A Igreja precisa cumprir sua missão integral, na dimensão vertical (Deus) e horizontal (pessoas):
  • Deus está nos dizendo que precisamos ir alem de nossa posição atual;
  • Devemos esperar nEle até que nossos corações sejam quebrantados, até que sejamos conduzidos a uma nova dimensão (vivermos na dimensão do Espírito);
  • Precisamos edificar o Edifício de Deus aqui na Terra;
  • Para cumprir a missão, é preciso sacrifício, esforço:
  • Jonas inicialmente preferiu o sono, o comodismo. Não quis romper para a vida;
  • Preferiu dormir a amar: A recusa em conhecer a nós mesmo, provoca “algemas” na alma
  • Jonas perdeu todo sentimento espiritual. Orou apenas duas vezes em todo seu livro: Uma no ventre do peixe, numa atitude de extremo desespero, e outra quando estava ressentido e magoado por Deus ter poupado Nínive.
  • A verdade é que quando deixamos de buscar ao Senhor, e deixamos nossa vida de devoção a Ele, é um péssimo sinal. Precisas dar uma resposta à Deus...
  • Cumprir a missão apenas por obrigação, não acrescenta nada em nossas vidas (Lc 17.9-10)
  • Jonas continuou percorrendo aquela grande cidade proclamando a simples mensagem de arrependimento e o resultado foi sem paralelos em toda a história humana:
  • A Palavra de Deus nunca volta vazia, ela sempre realiza seu trabalho (Is 55.11)
  • Temos que ir ao encontro do outro, mesmo que seja em Nínive.
Ø  Escola Bíblica Dinâmica (EBD) – II Semestre 2008
Ø  Tema do Semestre: Mergulho no Ser - Estudos no livro de Jonas
Ø  Igreja Batista Teosópolis. Gilvan Silva Santos, servo do Deus Altíssimo em espírito, alma e corpo (gilvansilva00@hotmail.com; 73 8848-3714; 9995-4551; 9191-0910)

8 comentários:

Anônimo disse...

deus permite que as pessoas passem por tribulacao pra adquirir a vitoria

Anônimo disse...

o tralma de jonas

Anônimo disse...

o tralma de jonas

JACINTA disse...

Eu conheço esse aí...KKKKKKK
Esse é meu MANO...KKKKKKKKKKKKK

Anônimo disse...

Olá minha irmã Jacinta, não entendo seu comentário, você poderia ser mais clara? Abraços!!!

J. Sousa disse...

Paz Pastor!!! Uma bencao Seus estudos ... Continue sendo um Jonas(pos ninive). God bless you.

Anônimo disse...

Paz Pastor!!! Uma bencao Seus estudos ... Continue sendo um Jonas(pos ninive). God bless you.

joziel aguiar disse...

janas preferiu ir por um caminho longo mais por sua própia vontade mais a vontade de DEUS é viva domina as nossas temos que passa na prova para aprendermos ouvir a voz de DEUS....se preciso descermos nas profundezas (jn2:6)para saber que DEUS é DEUS ...... (HB 11:6)(JO 7:28) DEUS abençoi a vo6...